A criatividade é um conjunto de vários fatores: tudo o que você ouve, vê, experimenta ou toca geram novas experiências. Nosso cérebro guarda tudo e organiza de forma a encontrar padrões para conectar estas experiências quando necessário. E como desenvolver a criatividade sabendo disso?

Esta bagagem de referências que estão em nossa mente é o que vai ajudar na hora de termos uma ideia. Por isso é tão importante ser curioso, questionar, prestar atenção nas outras pessoas e ter sempre novas referências para armazenar no seu HD humano (ou cérebro, se preferir!).

E antes de contar os 7 passos para te ajudar a ter ideias criativas e inovadoras, precisamos dizer: vida criativa não significa estar apenas envolvido com música, artes e coisas culturais. Viver criativamente é ter curiosidade pelo mundo e fazer disso a motivação para ter novas ideias.

Você já faz isso, sem perceber! Einstein já disse:

A coisa mais importante é não parar de questionar. Curiosidade tem uma própria razão de existir. Não se pode deixar de ficar admirado quando contempla os mistérios da eternidade, da vida, da maravilhosa estrutura da realidade. Basta que se busque compreender um pouco desse mistério a cada dia. Nunca perca a curiosidade.
Albert Einstein

Agora, imagina se fizesse com consciência, sabendo como funciona o seu processo criativo e quais as melhores ferramentas para que você consiga estimular a sua criatividade para resolver problemas ou aproveitar oportunidades?

E quem vai ajudar você nessa transformação é a Anna Hilbert. Ela é jornalista, empreendedora e especialista em comunicação e marketing digital. Adora ajudar empreendedores a alavancarem seus negócios pela internet sem abrir mão da criatividade. É colunista no blog da Elo7, além de ser Embaixadora Oficial do Hootsuite e Líder de Comunidade Evernote.

Preparado?

Confira como desenvolver a criatividade em 7 passos

1 – Criatividade não é dom!

Para Anna Hilbert, ter ideias é fazer novas conexões na sua mente, é ligar um pouco de tudo o que você já viveu, leu, fez ou conheceu. Quando esses pontos se ligam é que vem aquela sensação de “EUREKA”, de “descobri a pólvora”, ou de “caramba, genial essa minha ideia!”.

Portanto, se as novas ideias vêm das conexões de coisas que já estão na sua mente, você precisa é alimentar a mente com ainda mais coisas. É alimentar seu cérebro mesmo, com livros, filmes, conhecer pessoas novas, fazer coisas diferentes, conhecer lugares diferentes (ou até o mesmo lugar de sempre, mas com um novo olhar).

Quanto maior é seu repertório, melhores ideias você terá! Então achar que criatividade é um dom não passa de mito. Desenvolver a criatividade é uma habilidade e só depende de você.

2 – Faça experimentos com experiências

Agora, também não precisa sair feito louco querendo aprender T U D O. A questão não é a quantidade de conhecimento, mas sim a qualidade e alinhamento com seus propósitos. Quais são seus objetivos pessoais ou profissionais? Tá afim de realizar coisas novas em alguma área específica? Então crie estratégias e APRENDA algo novo que possa te ajudar a chegar lá!

Aqui vai uma atividade que a Anna Hilbert adora, do livro Confiança Criativa:

Procure ativamente novas experiências. Obtenha mais um carimbo no seu passaporte, procure conversar com colegas de outras empresas ou visite um bairro diferente da sua cidade. Tente sentar-se na primeira fila no próximo grande evento da sua empresa. Pegue uma revista que nunca leu antes ou navegue em alguns sites criativos. Faça um curso à noite, presencial ou pela internet. Almoce ou tome café com um colega que não conhece muito bem. Veja o mundo com os olhos de uma criança e encontre novas ideias para explorar.

3 – Acredite em seu potencial criativo

Nós, humanos, temos a capacidade natural de criar. Acredite em seu potencial criativo e veja seu lugar no mundo! Você pode realizar o que quiser, basta FAZER.

Parece bobo para você? Então preste atenção hoje mesmo nas afirmações que você faz para si. Diante das coisas que você precisar realizar durante este dia, veja se você está sendo uma pessoa negativa consigo mesma e mude – na hora – a sua fala.

Ter confiança em sua capacidade de fazer as coisas é ter confiança criativa. Você já tem a capacidade de imaginar, expandir ou ter ideias originais.

4 – Nada se cria, abuse das referências!

Como que você aprendeu a escrever? Copiando as palavras, certo? Como você aprendeu a cozinhar? Observando alguém cozinhar. Como você começou a usar gírias no vocabulário? Pegou a gíria de alguém! Você acha que os famosos não copiam? Oasis copiou os Beatles. O seriado Stranger Things copiou vários filmes dos anos 80.

Stranger Things

Para Anna Hilbert, nós precisamos de referências e existe uma técnica na PNL (Programação Neurolinguística) que se chama Modelagem, que nada mais é do que “copiar” outra pessoa. Digamos que você queira ser um ótimo palestrante, provavelmente vai assistir palestras de outras pessoas, prestar atenção no tom de voz, gestos, sequência da apresentação e vai modelar o seu negócio com base nessas referências, tornando algo meu!

E não tem nada de errado com isso, é algo que você já faz sem perceber, de maneira inconsciente. E como desenvolver a criatividade utilizando essa técnica? É só praticar essa inspiração de maneira consciente! Basta prestar atenção e ter foco.

5 – Não esconda suas ideias

Se você quiser ter uma vida criativa é preciso levantar do sofá, sair do quadrado e colocar a “cara no sol”, já dizia a frase-meme da internet. Mostrar para o mundo que você e seu trabalho existem e que ambos sãos incríveis!

Eu sei que dá medo, mas para desenvolver a criatividade é preciso aprender a lidar com o medo de ser rejeitado, de falar sobre seus sonhos sem se achar bobo, ou medo de não estar pronto o suficiente para começar. Tem ainda aqueles que têm medo que alguém roube a ideia.

O medo é bom, o que ele não pode é nos paralisar. Ele pode nos fazer pensar, mas quando se fala em criatividade, esse amiguinho tem que ficar bem quietinho no canto dele. O fato é que você não vai se livrar do medo. Enquanto em um ombro seu tem a criatividade te dizendo para fazer acontecer, no outro tem o medo te dizendo para não ir além. E, adivinhe… você vai ter que conviver com os dois, sim!

Pare e pense um pouco, volte no tempo e veja suas conquistas – quantos medos você precisou enfrentar, não é mesmo? Carregue junto com você essa coragem e vá em frente. Seu caminho criativo será lindo, tenho certeza!

6 – É procrastinação que fala, né?

Como é bom tirar um cochilo… ficar sem fazer nada… ou navegando pela internet (de preferência pelo celular e deitado em uma rede). Isso faz muito bem, mesmo! Mas é um veneno para a criatividade caso você faça isso sempre.

Sabe a famosa procrastinação? É o hábito de deixar para depois, adiar o que temos de fazer AGORA!

Ela pode ser tanto boa quanto ruim. É possível usar a procrastinação de uma maneira produtiva, para gerar novas ideias e colaborar com a nossa criatividade. Quando você quiser procrastinar, faça isso de modo consciente.

Escolha um lugar novo para conhecer, vá à um evento para fazer novas amizades, leia um livro, assista vídeos no YouTube com conteúdos realmente interessantes (tipo experimentos científicos, aulas de história, vlog de viagens, etc.) ou simplesmente relaxe naquela rede apenas ouvindo a sua mente (e tenha um caderninho do lado porque é certo que você vai ter novas ideias enquanto relaxa!).

Acredite, funciona!

E funciona por um simples motivo – você não está apenas matando seu tempo, você está usando ele de uma maneira produtiva.

Lembre-se: a criatividade envolve ação – fazer alguma coisa. Ficar dormindo ou fazendo algo sem propósito só vai adiar a realização dos seus sonhos.

7 – Fracassar não tem a ver com perder

Você sabia que grandes cientistas, inventores, músicos e pintores fracassaram? E sabia que não foi uma vez ou outra, mas MUITAS vezes?

James Dyson, criador do aspirador de pó baseado na tecnologia de ciclone criou mais de 5 mil protótipos ao longo de 5 anos para chegar ao resultado final. Ele diz que cometeu 5.126 erros até chegar ao acerto e que pensava em desistir todos os dias, mas ele entendeu que quando esse pensamento vinha era o momento de pressionar um pouco mais e continuar trabalhando em seu projeto.

Veja, o fracasso não é um desperdício – ele é útil! O tempo que você gasta fracassando, na verdade é um tempo de criação, um tempo de aprendizado. E olha a dica da Anna Hilbert pra entender isso de uma maneira bem didática:

Ele erra. Erra e erra… mas está aprendendo a cada erro, até que consegue fazer a “manobra” e todos vibram! É assim nos nossos projetos também. O lance é não desistir no começo.

Agora que você conferiu como desenvolver a criatividade entendeu que não basta esperar a inspiração surgir do nada. É preciso colocar a mão (e a mente) na massa! Então assine a newsletter da AGF Soluções em Fachadas para receber mais conteúdos sobre criatividade.

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